Iniciando nossa nova série em comemoração ao aniversário do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte, o prof. Lenin Campos discorre sobre as formas que o governo português dava e tirava a autonomia aos indígenas brasileiros. Sua pesquisa se baseia nas cartas do Senado da Câmara de Natal guardados no arquivo do IHGRN e demonstra a importância desse arquivo para a memória potiguar.
O Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte tem um rico acervo documental que dá acesso ao passado do nosso estado, e dentre este acervo existem raros documentos que abrem uma janela para o passado indígena entre os séculos XVII e XVIII. Por causa disso iniciamos agora uma nova série baseada nessa documentação. Acompanhe-nos nessa aventura descobrindo mais sobre a história da população nativa do Estado.
Continuamos com o texto do professor mestre Pedro Pinheiro que apresenta a participação indígena na primeira tentativa de implantar a república em terras potiguares. O historiador apresenta heróis que foram apagados de nossa história. Venha conhecer mais.
O professor mestre Pedro Pinheiro nos mostra uma perspectiva completamente nova da Revolução Pernambucana de 1817: a participação dos indígenas no movimento republicano. Ele nos apresenta ao juiz indígena Hipólito da Cunha da Assunção e dos vereadores também indígena da cidade de Extremoz que se veem em meio ao movimento de 1817 e precisam decidir de que lado lutar. O trabalho de Pedro Pinheiro joga luz nesses heróis da pátria que não aparecem em nossos livros por causa do racismo.
A História está mudando. Ela está se transformando e podemos observar os caminhos que ela está mudando. Daqui alguns anos os livros e historiadores contarão o passado de uma forma bem diferente. Vem conhecer o que está acontecendo.
Muitas vezes, a importância e o papel do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte na preservação da história e cultura do nosso estado levam as pessoas a pensarem que ele é um órgão público. Mas, é importante esclarecer que o Instituto é, na verdade, uma instituição privada de interesse público.
No cruzamento da Alexandrino de Alencar com a Prudente e Morais surgia uma lagoa durante os períodos de chuva. A área, que até hoje alaga no inverno, concentrava tanta água que chegava a transbordar através de um riacho e alimentavam o Baldo. O nome Lagoa Seca aparece em documentos desde 1719, tornando-se bairro oficial em 1947.
Conheça mais sobre o bairro no post.
O Barro Vermelho foi oficializado como bairro de Natal em 1933, desmembrando-se de Lagoa Seca. O local já foi conhecido como Jaguarari, nome que permanece na importante avenida da cidade. Vizinho do Alecrim, o Barro Vermelho é cortado pela estrada de São José, hoje Av. Rêgulo Tinôco. Conhecido pela arborização, o bairro abrigou o Maristela, a Casa de Saúde Mental (hoje Severino Lopes) e, desde 1969, é a casa dos bombeiros.
O local se chamou Morro do Bode até o início do século XX. Mãe Luíza foi uma parteira, lavadeira, rezadeira e “xangozeira”, Mãe Luíza era uma sacerdotisa, e por isso o título de mãe, no Xangô do Nordeste.
O bairro é notícia nos jornais policiais, quem lembra da Chacina de Mãe Luíza, ocorrida em 1995. Perigoso, violento, marginal, o bairro não recebia a atenção devida do poder público. O que esquece um povo trabalhador, que resistiu em ficar ali durante o processo de redemocratização do Brasil.
Assediado pela especulação imobiliária, Mãe Luiza segue firme e forte como toda brasileira.
Em Areia Preta, Natal se tornou moderna. Aprendeu a deixar seu mundo provinciano para trás e abraçar a modernidade. Venha conhecer mais dessa história.
Se no passado a Praia do Meio foi um centro cultural da cidade, hoje ela convive com o descaso e o medo da gentrificação. Venham conhecer mais sobre a história de uma das praias mais populares de Natal e do bairro que a envolve.
Continuando a nossa série sobre a história dos bairros da capital potiguar, falamos sobre um antigo bairro que agora não é mais bairro: o Passo da Pátria. Venha aprender mais sobre como as pessoas do século XIX se divertiam e como a construção de um mercado pode arruinar a vida de toda uma comunidade
Conheça um patrimônio arquitetônico da cidade de Natal. O Bairro de Santos Reis, na Zona Leste de Natal, possui uma história tão antiga quanto a cidade. Inicialmente um povoado de famílias de pescadores e soldados do Forte, o bairro que já recebeu hidroaviões hoje agrega uma personalidade própria nas favelas de Brasília Teimosa e Vietnã.
O Bairro das Rocas está localizado na Zona Leste da cidade do Natal. Ele é o mais antigo dos bairros da cidade, depois da Cidade Alta e Ribeira, conhecido inicialmente como Limpa, pelo menos até 1877. Na região moravam raros pescadores e, é por causa deles, segundo Câmara Cascudo, que ocorre a mudança do nome.
A fundação do bairro se deu no dia 30 de dezembro de 1901. Diferente dos outros bairros, a Cidade Nova nasceu de um projeto. O calor do início do século XX esquentava a sensação de progresso e trazia consigo uma postura mais científica sobre todas as coisas.
O historiador Flademir Dantas o primeiro de três livros que conta a HISTÓRIA DOS BOMBEIROS EM NATAL/RN. A Cidade em Chamas: o serviço de extinção de incêndios em Natal/RN (1917-1955) está disponível para aquisição com o autor e a sua versão digital pode ser adquirida na Amazon.
Flademir Dantas, autor do livro A Cidade em Chamas: O serviço de extinção de incêndios em Natal/RN (1917-1955), lança mais uma pesquisa histórica para o público, agora ele nos apresenta a História dos Bombeiros da Base Aérea de Parnamirim. Em seu novo lançamento, Guerreiros da Paz: A Seção Contra Incêndios da Base Aérea de Parnamirim/RN (1942-1976), ele conta o surgimento dos Guerreiros da Paz, que assumiram a missão de salvas vidas e bens. O livro está disponível como ebook na Amazon, até a o seu lançamento impresso. Você pode comprá-lo aqui.